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06/02/2018

Servidores da Saúde vão à luta contra proposta indecente de Alckmin para reajuste salarial

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O líder do PT na Alesp, Alencar Santana Braga, reuniu-se nesta terça-feira, 6/2, com integrantes do SindSaúde - Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo para avaliar projeto de reajuste salarial dos servidores encaminhada pelo governador Geraldo Alckmin no início do ano a Assembleia Legislativa de São Paulo.

Em linhas gerais, o projeto do governo, que tramita na assembleia em regime de urgência, propõe rejustes diferenciados para diversas categorias do funcionalismo. A maioria das carreiras teria rejuste de 3,5%; policias militares e civis, 4%; e professores, 7%.

A proposta do governo está muito longe de atender as demandas dos servidores do Estado, na medida em que diversas categorias estão sem rejuste há mais de cinco anos.

Os trabalhadores da saúde, por exemplo, calculam que as perdas salariais acumuladas entre março de 2012 e fevereiro de 2018 totalizam 44,9%, segundo o ICV do Dieese. Esse é o percentual de reajuste reivindicado pela categoria.

O Sindsaúde reivindica, também, aumento real de 2%; reajuste do prêmio de incentivo; reajuste do vale refeição para R$ 33,82; e o fim do teto salarial para a concessão do auxílio alimentação.

Hoje, lei estadual proíbe o recebimento de auxílio alimentação por quem ganha acima de 80 UFESPs, R$ 3.777,90. Essa regra cria situações esdrúxulas. Por exemplo, se um servidor que ganha próximo do teto tiver um ínfimo reajuste de 50 reais e ultrapassar o teto, deixará de receber o auxílio alimentação, algo próximo de R$ 240.

Os sindicalistas apresentaram no encontro com Alencar sua pauta de reivindicações e solicitaram o apoio da bancada petista para criar estratégias de combate à essa proposta desastrosa do governo Alckmin.

O líder do PT assumiu o compromisso de traçar ações conjuntas com os diversos setores do funcionalismo estadual. Um dos objetivos é promover audiências públicas junto com o Fórum do Funcionalismo Público para traçar estratégias de enfrentamento ao arrocho imposto pelo governo Alckmin.


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